<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Na Lua!</title>
	<atom:link href="http://nosnalua.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://nosnalua.wordpress.com</link>
	<description>Aventuras absurdas de Ficção Científica</description>
	<lastBuildDate>Tue, 22 Dec 2009 19:17:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='nosnalua.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://s2.wp.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Na Lua!</title>
		<link>http://nosnalua.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://nosnalua.wordpress.com/osd.xml" title="Na Lua!" />
	<atom:link rel='hub' href='http://nosnalua.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>Misteriosos problemas no transporte da alma</title>
		<link>http://nosnalua.wordpress.com/2009/12/22/misteriosos-problemas-no-transporte-da-alma/</link>
		<comments>http://nosnalua.wordpress.com/2009/12/22/misteriosos-problemas-no-transporte-da-alma/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 19:17:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>omatte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nosnalua.wordpress.com/?p=16</guid>
		<description><![CDATA[           Para os mais céticos, que duvidavam com cinismo da existência de alma humana e que julgavam  completamente encerrada esta discussão, foi um golpe muito duro quando, em 2090, o uso de uma peculiar invenção trouxe à tona fortes indícios em seu desfavor. Tudo começou quando uma equipe de físicos e engenheiros chineses projetou um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosnalua.wordpress.com&amp;blog=9041244&amp;post=16&amp;subd=nosnalua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>           Para os mais céticos, que duvidavam com cinismo da existência de alma humana e que julgavam  completamente encerrada esta discussão, foi um golpe muito duro quando, em 2090, o uso de uma peculiar invenção trouxe à tona fortes indícios em seu desfavor. Tudo começou quando uma equipe de físicos e engenheiros chineses projetou um revolucionário aparelho de tele-transportes, capaz de transportar instantaneamente qualquer objeto para qualquer um de seus receptores espalhados pelo planeta. A invenção, inicialmente recebida com entusiasmo pelos habitantes da terra, em poucos meses, porém, passou a ser objeto de desconfiança, em razão de misteriosas modificações sofridas por seus usuários.</p>
<p>            No princípio, tais transformações eram tidas como meros efeitos colaterais, e era forte a esperança de que a ciência encontraria em breve a solução para estes imprevistos inconvenientes. Os estudiosos, no entanto, por mais que se debruçassem sobre grossos volumes de livros ou concentrassem esforços sobre-humanos no assunto, não conseguiam dar sentido ou encontrar razão lógica para este problema, e a humanidade, quase em sua totalidade devota aos ideais de não-crença, iniciou um crescente movimento de busca religiosa &#8211; uma revolução social espantosa, algo jamais visto desde a morte do último papa e da queda política do Vaticano.</p>
<p>            As evidências que ocasionaram tais circunstâncias, tidas como prova definitiva pelos pensadores místicos e metafísicos, estão intimamente relacionadas com a natureza deste transporte. Ele, longe de simplesmente enviar um corpo de um local para outro, efetua a complexa tarefa de copiar todos os dados de sua constituição, reproduzindo uma cópia idêntica em outro local. Seu funcionamento consiste em vários leitores-laser que escaneiam a estrutura celular, molecular e atômica do indivíduo, recriando-o no aparelho-destino, com base nos dados recolhidos pelo primeiro &#8211; mas, para que a leitura consiga obter os mínimos detalhes do corpo, é necessária a desintegração do indivíduo, resultando, como é óbvio, na morte instantânea.</p>
<p>            Advém que, se como os céticos afirmam fosse, a consciência não passasse de um emaranhado de padrões de memória armazenados num conjunto de células nervosas &#8211; naturalmente, algo indissociável da matéria &#8211; se assim, então, fosse, o trabalho de transporte realizado pelos aparelhos seria um êxito, mas a observação cotidiana comprovou que algo de muito estranho constitui as criaturas transportadas, algo que as torna muito diferentes do que eram até o instante em que entraram na máquina. A conseqüência mais comumente observada nos pacientes é um excesso de frieza, uma condição por demais autômata, sem o característico brilho humano no olhar. Notou-se, também, a ausência da variação de estados de espírito, sendo que as vítimas, antes sujeitas a comportamentos variáveis de acordo com as vicissitudes do humor, passavam a se comportar de maneira robótica, realizando gestos e movimentos calculados com precisão.</p>
<p>            Tornavam-se, aparentemente, criaturas invariáveis, portanto desabitadas, não-humanas, sem vida;</p>
<p>            E perdiam qualquer noção do que quer que fosse bom, mal, moral, imoral, ético ou antiético. Agiam de forma a continuar existindo, com nítidas intenções de prosperar, sem demonstrar, porém, maiores emoções.</p>
<p>            Mas se, assim como os céticos afirmam, nada há que não seja matéria, então estes estranhos sintomas não deveriam ser observados. Se toda a consciência, a idéia do &#8220;eu&#8221; e a vida de uma criatura estivessem associadas às células nervosas de seu organismo, então uma cópia idêntica seria suficiente para que o novo homem possuísse a mesma vida que possuía o original &#8211; e, assim, chamá-lo-íamos um só! &#8211; o segundo, obviamente, ressurreição do primeiro. Porém, parece claro agora que a consciência de um homem depende de outra  entidade, por sua vez imaterial, sua essência, ou alma, que aparentemente se perde durante o processo, por ser impossível sua detecção por aparelhos destinados a perceber e interagir apenas com o material.</p>
<p>             Envolta nestes tantos mistérios, o &#8220;mal da alma&#8221;, como ficou conhecido, foi um acontecimento que animou os religiosos e místicos para continuarem suas buscas, mas deixou desconcertados uma infinidade de filósofos e cientistas inclinados a não relevar o sobrenatural. Muitos tentaram criar teorias amenizando o abalo em suas convicções, mas as evidências eram fortes demais para conter o avanço de misticismo que se apoderava do planeta. Várias religiões novas surgiram, a maioria reciclando crenças espíritas ou zen-budistas, necessárias, segundo os seguidores, para alimentar o novo corpo recém comprovado que nos habita.</p>
<p>            Um grupo de descendentes de índios chilenos fundou uma seita que sustentava, aos que haviam sido submetidos ao transporte, a promessa de criar uma nova alma para seus corpos, através da manipulação dos 4 elementos. Reuniam-se em locais de belas paisagens, e submetiam os vitimados &#8211; que consentiam, indiferentes &#8211; a rituais teatrais muito extensos e exagerados. A eficácia é motivo de controvérsias, pois, apesar de depoimentos favoráveis de ex-desalmados e de uma mudança positiva em seus comportamentos, nunca poderemos provar a existência ou não de uma alma em um corpo que não é o nosso.</p>
<p>            Uma outra religião, dissidente desta última e um pouco mais sombria, acreditava que a matéria prima para a criação de uma nova alma só poderia ser encontrada no espaço-sideral, e fundaram sua sede em um local que, por não possuir atmosfera, era riquíssimo na presença de &#8220;éter&#8221;, um conceito recuperado dos antigos alquimistas.</p>
<p>            Este local era a lua.</p>
<p>            Os _______, como costumavam chamar-se, realizavam seus cultos e rituais numa fazenda muito próxima à nossa, no segundo quadrante, lado claro da lua. Víamos, da janela da casa e por entre os grossos vidros de nossas estufas, as luzes de tochas e fogueiras que acendiam para confabular com os deuses.</p>
<p>            Nunca nos interessamos por eles, apesar de meu irmão mais velho ter sido uma vítima da doença em questão.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/nosnalua.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/nosnalua.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/nosnalua.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/nosnalua.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/nosnalua.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/nosnalua.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/nosnalua.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/nosnalua.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/nosnalua.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/nosnalua.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/nosnalua.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/nosnalua.wordpress.com/16/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/nosnalua.wordpress.com/16/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/nosnalua.wordpress.com/16/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosnalua.wordpress.com&amp;blog=9041244&amp;post=16&amp;subd=nosnalua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nosnalua.wordpress.com/2009/12/22/misteriosos-problemas-no-transporte-da-alma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/6f6e2f27e7f2404941feaaee556296c6?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Matte</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>As qualidades do solo lunar</title>
		<link>http://nosnalua.wordpress.com/2009/08/17/as-qualidades-do-solo-lunar/</link>
		<comments>http://nosnalua.wordpress.com/2009/08/17/as-qualidades-do-solo-lunar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 08:57:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>omatte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://nosnalua.wordpress.com/?p=3</guid>
		<description><![CDATA[O que aconteceu foi que após quase 100 anos de exaustivos estudos dos fragmentos de rocha lunar trazidos à terra pela expedição Apollo 11, um grupo de cientistas terrestres fez descobertas importantíssimas sobre as propriedades deste mineral, que garantiram o progresso da civilização e a sobrevivência da espécie. Após o esgotamento das reservas de petróleo, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosnalua.wordpress.com&amp;blog=9041244&amp;post=3&amp;subd=nosnalua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span lang="EN"><span lang="EN"><span lang="EN"></p>
<p align="justify">O que aconteceu foi que após quase 100 anos de exaustivos estudos dos fragmentos de rocha lunar trazidos à terra pela expedição Apollo 11, um grupo de cientistas terrestres fez descobertas importantíssimas sobre as propriedades deste mineral, que garantiram o progresso da civilização e a sobrevivência da espécie.</p>
<p align="justify">Após o esgotamento das reservas de petróleo, a esperança por tantos anos depositada nas fontes de energia &#8220;limpas&#8221; e renováveis foi desacreditada quando estas revelaram-se incapazes de suster a demanda gerada pela humanidade. Por este motivo, durante algumas décadas a terra inteira precisou ser movimentada por fissão nuclear, mas os procedimentos para a obtenção desta forma de energia tornavam-se cada vez mais perigosos em um planeta super-povoado, carente de lugares isolados e seguros para a construção de usinas. Assim, quando repetidos acidentes destruíram a credibilidade da população a respeito da segurança deste tipo de indústria, logo a humanidade inteira protestava e exigia um método mais seguro para acender as luzes da civilização.</p>
<p align="justify">Foi um jovem químico inglês chamado Robert Pennyownmann, ao observar a microestrutura de alguns átomos daquelas rochas, quem deu o primeiro palpite a respeito de suas propriedades energéticas. Conseguiu, junto à NASA e ao governo dos Estados Unidos, recursos para desenvolver sua pesquisas, e em questão de alguns anos apresentou relatórios que descreviam resultados milagrosos, revelando a descoberta de uma fonte de energia poderosíssima, com conteúdo poluente insignificante. Então, algumas expedições foram enviadas à lua com o objetivo de coletar mais exemplares de rochas, e em pouco tempo Pennyownmann comprovou que as pedras subterrâneas possuíam capacidade energética quase 100 vezes mais alta do que as coletadas na superfície &#8211; e esta notícia deixou a humanidade enlouquecida, inaugurando uma corrida desenfreada de colonização ao satélite natural.</p>
<p align="justify">Em poucos meses, os governos dos países mais ricos organizaram expedições de reconhecimento, e a iniciativa privada desenvolveu ambiciosos projetos para a extração do mineral. As Nações Unidas construíram postos militares e centros de pesquisa espacial no solo lunar, e este incentivo foi o suficiente para que as grandes corporações colocassem em prática os projetos desenvolvidos pelos melhores engenheiros terrestres. Rapidamente, com o auxílio de muita tecnologia, os homens conseguiram transformar a lua em um lugar inclusive habitável, vencendo obstáculos como a diferença de gravidade, ausência de oxigênio, e as baixíssimas temperaturas.</p>
<p align="justify">A riqueza gerada pelas escavações atraiu uma série de corajosos pioneiros para lá. Todos os meses, naves financiadas pela ONU levavam uma ou duas famílias de colonos, e lhes concediam um pequeno terreno em locais em que fora comprovada a não existência do valioso minério. Algumas outras pesquisas, desenvolvidas por cientistas que entraram no embalo das descobertas de Pennyownmann, revelaram que o solo lunar possuía ainda outras qualidades, entre elas a presença de alguns nutrientes que faziam a vegetação crescer de forma espontânea, acelerada e exuberante &#8211; e com a ajuda, é claro, de um pouco de solo terrestre e engenharia ambiental, alguns agrônomos deram um jeito de fazer com que várias espécies de sementes terrestres germinassem na lua, principalmente algumas hortaliças que não exigem condições ambientais muito específicas.</p>
<p align="justify">Assim, as famílias que não aplicavam sua força produtiva na extração de minério, fundaram estufas onde cultivavam algumas frutas e variadas hortaliças, que cresciam de forma deslumbrante. Nunca, em toda a terra, haviam brotado alimentos tão formosos, suculentos e saborosos. E, depois de algumas tentativas fracassadas, conseguiram adaptar algumas espécies de animais domésticos, como bois, porcos e frangos, ao ambiente lunar &#8211; e estes produziam queijos ainda mais saborosos, punham ovos com qualidade nutritiva superior, e possuíam uma carne altamente macia e também nutriente.</p>
<p align="justify"> <span lang="PT-BR">O que quero dizer é que, em questão de 15 ou 20 anos, 1/6 da superfície lunar já estava tomado pela humanidade &#8211; que, com sua inteligência avançada, conseguiu transformar este ambiente inóspito e aparentemente inabitável em um novo lar, vivendo em estufas onde a atmosfera era artificial e muito parecida com a de seu planeta natal. E, quando os burgueses perceberam que a lua já contava com significativa quantidade de potenciais consumidores, começaram a estabelecer as primeiras casas de comércio por lá.</span></p>
<p align="justify">Desta forma, a vida na lua acabou ficando muito parecida com a vida na terra. Os jovens de lá também pixavam muros, gostavam de drogas, e fundavam bandas de rock</p>
<p></span></span></span></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/nosnalua.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/nosnalua.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/nosnalua.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/nosnalua.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/nosnalua.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/nosnalua.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/nosnalua.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/nosnalua.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/nosnalua.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/nosnalua.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/nosnalua.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/nosnalua.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/nosnalua.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/nosnalua.wordpress.com/3/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=nosnalua.wordpress.com&amp;blog=9041244&amp;post=3&amp;subd=nosnalua&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://nosnalua.wordpress.com/2009/08/17/as-qualidades-do-solo-lunar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/6f6e2f27e7f2404941feaaee556296c6?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Matte</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
